
#6 Acompanhamento ambulatório
Nesta fase, já tinha feito um pedido de ajuda, mas não tinha a noção que não me ía bastar isso. O pedido de ajuda foi fundamental, mas era isso mesmo: uma ajuda. Ninguém ía fazer o trabalho por mim. Se queria mudar, eu tinha de fazer por isso. Contar com a ajuda de quem me rodeia, sim, mas a mudança tem de partir de mim.
Tive algumas consultas com uma psicóloga e outras com uma psiquiatra, tudo através do CRI. Estavam-me a ajudar a manter a noção do que estava a fazer, mas ao fim de algum tempo, com a ajuda das pessoas que me estavam a ajudar, percebi que ía ter de ser mais radical com a mudança que queria.
Para mim era o pânico pensar em alguma coisa que fizesse com que tivesse de assumir mais “publicamente” o meu problema. Sobretudo pelo que achava que ía provocar aos meus pais (ver mais aqui).



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